sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

Mais uma chávena

Existe sempre alguma chávena que nos falta. Esta, pode não parecer, mas é da "Delta" modelo exclusivo do Arquitecto Siza Vieira, apresentando a marca da Vista Alegre. Obrigado!

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

Um presente inesperado...

É muito bom receber um presente. Mas a maior alegria é recebê-lo de alguém, que nunca esperámos. Este é um bom exemplo, que o blog, serviu para alicerçar uma amizade. Obrigado!!!

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

Presépios do Paul do Mar (Sandra Gouveia)



terça-feira, 15 de dezembro de 2009

Horários das "Missas do Parto"

Antiga Igreja do Paul do Mar (arquivo)
16 de Dezembro - Sítio da Ribeira das Galinhas - 19:00
18 de Dezembro - Sítio do Serrado da Cruz - 19:00
20 de Dezembro - Sítio da Lagoa - 19:00
22 de Dezembro - Sítio da Igreja - 19:00
24 de Dezembro - Sítio da Quebrada - 06:30

domingo, 13 de dezembro de 2009

sábado, 12 de dezembro de 2009

Quem assume o desafio? (actualização)


Em relação à questão de "farinha do mesmo saco", não sinto-me minimamente ofendido. Pelo facto de não colocar os seus comentários online, mantenho a mesma exigência: quero saber quem é o(a) autor(a) dos mesmos.
Atendendo aos conteúdos dos mesmos cheguei a uma conclusão: Não vive no Paul do Mar, embora esteja muito bem informado(a). É bom saber que este blog permite o convívio intergeracional, permitindo que os nossos familiares ajudem a transmitir a nossas ideias para o computador.

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

EB1/PE Vasco da Gama Rodrigues recebe a bandeira "Escola Modelo no Trânsito"



A EB1/PE Vasco da Gama Rodrigues, foi galardoada com a bandeira "Escola Modelo no Trânsito", pela qualidade do trabalho desenvolvido no âmbito do Plano Regional de Educação Rodoviária.
No dia 10 de Dezembro, procedeu-se a uma cerimónia simbólica de hastear da bandeira com a presença de todos os alunos da escola, professores e funcionários.

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

Quem assume o desafio?

Obrigado pelos dois comentários deixados neste blog. Os mesmo ficarão online, no dia que sejam enviados por email. Assim sendo, somos "farinha do mesmo saco". Assuma a verdadeira identidade, que terei muito gosto em disponibilizar aos visitantes deste blog, esses comentários, sem as devidas correcções dos imensos erros ortográficos.
Para quem vive há mais de 80 anos no Paul do Mar....domina muito bem o teclado. Aguardo resposta a este desafio.

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

domingo, 6 de dezembro de 2009

Presépios do Paul do Mar (Casa do Povo do Paul do Mar)


Com o início da época natalícia, o blog, mostrará alguns dos presépios/lapinhas do Paul do Mar. Assim, quem estiver interessado em "mostrar" o seu presépio, pode manifestar essa vontade.
Este presépio público é da Casa do Povo local, podendo ser visitando durante está quadra festiva junto à igreja de Santo Amaro.

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Agenda desportiva para o próximo fim-de-semana


Sábado (05/12/2009)
Veteranos - 17:00
Estrela da Calheta - Santacruzense


Domingo (06/12/2009)
Juvenis - 11:00
Estrela da Calheta - Coruja

sábado, 28 de novembro de 2009

Reportagem sobre o Cabo Telo, no Tribuna da Madeira

Com o título "A incrível história do Cabo Telo", o Tribuna da Madeira, na sua edição nº 528, tem uma reportagem sobre o Cabo Telo.

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Exposição sobre a visita da imagem Peregrina à Madeira (1948)



Está patente até ao próximo Domingo, uma exposição alusiva à passagem da Imagem Peregrina de Nossa Senhora de Fátima (1948), no piso superior, da Pastelaria Vila Amoré.

terça-feira, 24 de novembro de 2009

Acção de sensibilização

No próximo dia 26 de Novembro (quinta-feira), pelas 18:00 na EB1/PE Vasco da Gama Rodrigues, realiza-se uma Acção de Sensibilização/Informação sobre "Seguro de colheitas - apoios financeiros, para projectos agrícolas". Esta sessão tem entrada livre, sendo orientada pela Drª Isabel Figueira .

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

«Agora ele está na sua terra»


Funeral do cabo Telo realizou-se na presença de centenas de pessoas

A Centenas de pessoas juntaram-se ontem na igreja do Paul do Mar para a última despedida ao primeiro cabo Gabriel Telo, morto em combate há 36 anos, na Guiné Bissau.
A cerimónia fúnebre encerra um processo de um grupo de soldados, dos quais faziam parte dois madeirenses - o cabo Telo e o soldado João Nunes Ferreira. O processo de exumação dos cadáveres e trasladação para Portugal demorou cerca de três anos. A União dos Pará-quedistas foi quem desencadeou este resgate - estavam três elementos desta força especial entre os 11 cadáveres - que agora chega ao fim com este funeral, o último dos corpos que foram retirados de Guidaje, na Guiné Bissau.
«Fechámos, de facto, um ciclo cujo objectivo era trazer os corpos que tinham sido inumados naquele cemitério de campanha, na Guiné», explicou o presidente da União de Pára-quedistas, o general Avelar de Sousa, que ontem marcou presença na cerimónia. Várias entidades associaram-se, aliás, a esta última homenagem ao soldado, falecido a 25 de Maio de 1973 (e não 1963 como erradamente escrevemos ontem). Miguel Mendonça, presidente da Assembleia Legislativa da Madeira, colocou de manhã uma coroa de flores junto à urna do militar, quando ainda se encontrava no Monumento ao Combatente Madeirense no Ultramar. Um pouco mais tarde, já no Paul do Mar, freguesia de ontem o cabo era natural, estiveram presentes no funeral Monteiro Diniz, Representante da República para a Madeira, Brazão de Castro, secretário regional dos Recursos Humanos, Manuel Baeta, presidente da Câmara Municipal da Calheta, entre outras individualidades.
O processo de exumação e trasladação das ossadas do cabo Telo abriu na família uma ferida que há décadas tentavam sarar. A mãe, Flora Telo, nunca deixou, porém, que a memória do filho fosse esquecida. Por isso, durante os últimos 36 anos repetia insistentemente histórias sobre Gabriel, realçando as qualidades deste jovem, que foi sacristão na igreja que, anos antes, chegou a ajudar a erguer. O mesmo templo que ontem acolheu a cerimónia da sua despedida.
Ontem, a comoção impedia Flora Telo de dizer o que representava para si aquele momento.
No dia anterior, porém, confessou ao Jornal da Madeira ainda sentir «uma saudade grande do meu filho». E com o olhar em direcção ao céu apelou para que Gabriel Telo pedisse por todos os que «mais necessitam».
«Era um filho bom, querido, que desde pequenino» ajudou na igreja, recordava-se.A vinda dos restos mortais abriu na família feridas do passado, mas, apesar dos momentos de dor e ansiedade, ninguém se arrepende da decisão.
Ontem, Gabriela Telo, irmã dois anos mais nova, dizia sentir uma «satisfação» por agora Gabriel estar «mais perto» da família.
Maria João, a mais nova das irmãs, disse sentir «uma mistura de emoções impossíveis de descrever».
Ainda assim, referiu que naquele preciso momento, à saída do cemitério, sentia «uma alegria, porque ele está na sua terra. Estes últimos dias foram de saudade, de revolta, mas agora, que ele já está aqui no nosso cemitério, na terra dele, agora é um alívio».
Com o funeral do cabo Telo «fechámos, de facto, um ciclo cujo objectivo era trazer os corpos que tinham sido inumados naquele cemitério de campanha, na Guiné», disse o presidente da União de Pára-quedistas, o general Avelar de Sousa, que ontem marcou presença na cerimónia de despedida do militar madeirense, falecido há 36 anos na Guiné Bissau.

Ainda faltam buscar 1.400 portugueses
Continuam cerca de 1.400 militares portugueses enterrados em África. São soldados que sucumbiram em combate mas que o Estado português não custeia o seu regresso ao país.Os militares pressionam as autoridades mas o resultado tem sido nulo.
Para esse processo, a União Portuguesa de Pára-quedistas está disponível para contribuir com a experiência adquirida no processo de exumação, identificação e trasladação dos cadáveres de Guidaje, na Guiné Bissau.
«A União dos Pára-quedistas está disponível para prestar auxílio através de tudo aquilo que aprendemos», referiu presidente desta associação, o general Avelar de Sousa.
O presidente da Comissão Organizadora do Monumento ao Combatente Madeirense no Ultramar, Morna Nascimento, também diz que é tempo do Estado cumprir a «sua obrigação».
É tempo de «chamar à responsabilidade o Governo português para a obrigação que tem de fazer regressar à metrópole - seja à Madeira, aos Açores ou ao continente - as ossadas que ainda lá estão dos combatentes que foram num dever pátrio e por conta do Estado para o Ultramar. Não se aceita que eles fiquem lá abandonados e que as famílias é que tenham de pagar o seu regresso. É uma obrigação do Estado, é uma obrigação da Nação e uma obrigação de Portugal trazê-los de regresso ao chão da sua Pátria», defendeu Morna Nascimento, sublinhando que morreram em combate ou por doença 8.402 portugueses África. O coronel não sabe, contudo, quantos destes eram madeirenses.
Fonte: Jornal da Madeira / Alberto Pita

Gabriel Telo já descansa em solo pauleiro


A igreja do Paul do Mar foi pequena para acolher a multidão que ali compareceu, na manhã de ontem, para se despedir do 1.º Cabo Gabriel Ferreira Telo, 36 anos depois deste ter perecido na guerra do ultramar, na Guiné.
O regresso a casa de Gabriel Telo só foi possível graças ao trabalho desenvolvido pela Liga dos Combatentes, constituída por elementos da União Portuguesa de Pára-quedistas (UPP) que quiseram trazer para o país os seus últimos homens que estavam na Guiné e com quem este tinha sido sepultado. Apesar de não fazer parte da UPP, cumpriu-se ontem, mais uma vez, o lema que os pára-quedistas defendem: "Ninguém fica para trás".
Esta foi uma cerimónia que contou com a presença de várias figuras madeirenses, com destaque para o Representante da República, Monteiro Diniz, o presidente da Câmara Municipal da Calheta, Manuel Baeta e de Brazão de Castro em representação do Governo Regional.
Foi também visível um número assinalável de antigos combatentes, que ali foram prestar uma última homenagem ao antigo companheiro.
Ainda durante a missa, foi lida uma carta escrita pela irmã do soldado madeirense, Gabriela Telo, numa mensagem muito emocionada. "Sentíamos que tínhamos uma dívida contigo, dar-te um funeral digno. Enquanto sacristão acompanhaste muitos funerais, agora acompanhamos-te até à última morada. 36 anos depois, quando já não havia esperança, voltaste à terra que te viu nascer. Descansa em paz".

1400 nas ex-colónias
Gabriela Telo fez ainda questão de agradecer à Liga dos Combatentes, à TAP e à Câmara Municipal da Calheta, mas em especial à União Portuguesa de Pára-quedistas "pelo gesto nobre para com os restos mortais do meu irmão". Gabriel Telo descansa agora no mesmo sítio que já foi ocupado pelo seu pai. Também presente neste funeral de Gabriel Telo esteve o presidente da Liga dos Combatentes, Avelar de Sousa, que julga ainda existirem cerca de 1400 portugueses enterrados nas ex-colónias.
"Nós trouxemos os pára-quedistas e os companheiros de infortúnio. Mas isso foi apenas a nossa parte. A vinda de todos esses portugueses não depende de nós mas de uma decisão governamental, pela dimensão da operação". Avelar Sousa diz que o funeral deste soldado madeirense representou o encerramento de um ciclo.
"Fechamos um ciclo cujo objectivo era trazer os corpos do cemitério de campanha que tínhamos na Guiné. O último funeral desses homens foi hoje". Opinião semelhante tem o coronel Morna Nascimento, que entende que o Estado deve assumir o regresso destes homens. "Os soldados foram combater para o ultramar em representação do estado português. Para mim, o Estado tem de ser responsabilizado e tem a obrigação de assumir e pagar o regresso desses homens à sua pátria".
Fonte: Diário /Marco Freitas

domingo, 22 de novembro de 2009