segunda-feira, 14 de julho de 2008

Paul do Mar votado ao abandono, segundo o PP

CDS/PP esteve ontem no Paul do Mar para “exigir ao Governo Regional o cumprimento da promessa feita à população de construção de uma nova lota”. Segundo José Manuel Rodrigues, a antiga infra-estrutura foi destruída por causa da construção do cais, sendo que o Executivo madeirense “resolveu instalar a lota num velho contentor todo ferrugento, sem as mínimas condições”. O dirigente popular questionou-se sobre as actuações do secretário regional dos Recursos Naturais, da edilidade da Calheta e das Actividades Económicas que “não vêem o que se está a passar no espaço”. José Manuel Rodrigues também focou o “abandono a que está votado o Paul do Mar, quer pelo Governo Regional, quer pela Câmara Municipal”. O responsável pelo PP sustentou a sua opinião com o facto de “mais uma vez, este ano, não se realizar a Festa da Lapa, porque não há apoios da autarquia”.
O vereador do PP na Câmara Municipal da Calheta, Martinho Câmara, apontou algumas das promessas por cumprir pelas entidades regionais, como da ligação da ETAR ao Saneamento básico e do quartel de bombeiros.

3 comentários:

Anónimo disse...

O PÁUL será sempre coitadinhos .......culpa do BAETA

Anónimo disse...

Crise? Qual Crise?
Vejamos o que os dados oficiais dizem sobre a situação na Madeira:

- perdeu 500 milhões em fundos da UE;

- metade das explorações agrícolas desapareceram;

- o volume de pescado diminuiu e a região é a 2.ª com menos pescadores;

- a contrução diminui à média de 12,3% ao ano;

- o número de falências aumentou 40%;

- a taxa de desemprego atinge os 6,8%, o nível mais alto desde há 30 anos;

- cerca de 22% da população, 22 mil madeirenses, estão na pobreza;

- a divída pública regional é já 600 Milhões. Isto é 75% do PIB empolado, ou 95% do PIB real depois de descontado os 21% que se referem à Zona Franca;

- em 2000 os impostos pesavam 56% nas receitas, em 2006 o peso dos impostos para os madeirenses era já de 65% e a aumentar;

- IRS e IRC são cerca de 17% mais elevados do que nos Açores;

- os produtos de 1.ª necessidade são mais caros devido ao modelo de gestão dos portos;

- a gasolina sem chumbo 95 custa mais 12% do que nos Açores; a gasolina 98 custa mais 13,4%; o gasóleo rodoviário mais 43,5%; o gasóleo agrícola mais 63,3%; o gasóleo para as pescas mais 66,2%;

- o ordenado minímo cresceu apenas 2% enquanto que cresceu 5% nos Açores.

In http://farpasdamadeira.blogspot.com/

Fajã da Ovelha disse...

É uma pena não se realizar a festa da lapa. Certamente muitos fajã-ovelhenses se deslocariam ao Paul para comer umas doses e beber uma "loirinha" leia-se cerveja.